O professor orientador deve ter Título de Doutor, o que pode ser conferido através do currículo lattes, por exemplo. Embora na prática aconteça de professores sem doutorado efetuarem a orientação, para oficializar e requisitar bolsas é obrigatório que o professor tenha doutorado.

VIA INSTITUCIONAL

Listas de docentes da FCMSCSP podem ser encontradas no site oficial da FCMSCSP.

Também estamos construindo uma lista de professores que já se dedicam a alguma linha de pesquisa e que aceitem alunos de graduação. Os dados iniciais foram fornecidos pela pós-graduação da FCMSCSP, e nos esforçamos para atualizar e incluir novas informações constantemente.

 

QUESTÕES A CONSIDERAR

  • Quais são seus objetivos a curto e longo prazo? Quais são seus valores mais importantes?
  • Que habilidades você quer adquirir?
  • Se seu projeto de IC for bem sucedido, que resultados você espera? Publicar artigo, receber certificado, apresentar em um congresso?

 

Veja que cada um tem características diferentes que considera importante na orientação. Alguns precisam de reuniões frequentes, enquanto outros precisam de pequenas indicações na direção certa. Procure saber então se o orientador é compatível com suas necessidades:

  • É atencioso? Tem disponibilidade de tempo?
  • É fácil encontrá-lo quando necessário?
  • Vocês têm algo em comum?
  • Quais são suas expectativas a respeito da orientação?
  • Qual será a frequência de reuniões entre vocês?
  • Como você agendará as reuniões?

 

Converse com os atuais orientandos e ex-orientados, de preferência pessoalmente – nem sempre o aluno se sentirá confortável para criticar seu orientador por escrito. Algumas sugestões de perguntas:

  • Ficou satisfeito com a orientação? Por quê?
  • Teve a orientação que precisava?
  • Manteve contato com o orientador?
  • Existe algo que você gostaria de ter sabido antes de escolher esse orientador?
  • Faria outro projeto com este professor?
  • Qual foi o principal fruto do estágio? Aprendizado teórico, aprendizado prático, aprendizado clínico, aprendizado técnico-laboratorial, participação em congresso, publicação de artigo, networking?

Verifique também o perfil acadêmico do possível orientador:

  • Tente conhecer a trajetória dele, da graduação até a situação atual.
  • Procure marcadores de atividade e estima acadêmica – por exemplo, se publica regularmente na área de atuação, participa em congressos, oferece palestras sobre o assunto de pesquisa, mantém o CV lattes atualizado.
  • Verifique se ele tem boas conexões – muitas oportunidades podem surgir a partir de indicações. Verifique se colabora e publica junto com grupos importantes, se mantem colaborações regulares entre departamentos ou entre diferentes instituições, o que pode abrir portas aos alunos. Se há interesse em intercâmbio internacional, os vínculos internacionais do orientador são relevantes para facilitar o processo, embora não sejam uma necessidade absoluta.
  • Aprenda dos melhores: Procure um professor que seja especialista na sua área de interesse ou que faça parte de um grupo renomado, de forma que mesmo que ele esteja em início de carreira seja possível seu contato com pesquisadores seniores naquela área.

 

Alguns locais onde buscar essas informações: